Cultura Nordestina


Grupo paulista encena realidade do sertanejo

“Canta Patativa, Canta Sertão!” do MCTA - Movimento Cultural, Teatral e de Artes, de São Caetano, região do ABC paulista, é mais um espetáculo de teatro que se apresenta nesta quinta, no XI Festival de Artes de Areia, às 20h, no auditório do Colégio Santa Rita, com entrada gratuita.
A peça narra à história do sertanejo, do cangaceiro, e outras faces da realidade nua e crua do sertão. O contentamento e o sofrimento, o dia-a-dia, a cantoria, os causos dessa vida, do fundo do poço ao recomeço. Um turbilhão de sentimentos tendo como fio condutor os quatro elementos, a chuva, o sol e os sonhos. As idas e vindas dos nordestinos, migrando em busca do Eldorado. E outros que se arrependem de deixar as raízes e voltam sem conquistas, apenas com o coração apertado de saudade...O espetáculo reflete no público a essência do despertar da vida, as agressões do mundo...O homem que constrói e ao mesmo tempo destrói seus castelos de areia. Uma viagem que encherá os olhos, o coração e a alma... O caminho trilhado pelo cotidiano, o sofrimento, a saudade e a fé. 
Proposta - O diretor Carlinhos Lira diz que a idéia de “Canta Patativa, Canta Sertão!” é resgatar a cultura do sertão e se aventurar nas veredas do Brasil. Vendo um mundo de origem simples, mas cheio de sabedoria, que muitos deixam embebedar daquilo que sai do coração e brota da terra. “A influência do passado que tivemos com os contadores de histórias e estórias. Quem pôde escutá-los carrega consigo um material que poderá será aproveitada em livros. Formando opinião, base cultural, incentivando a leitura e as artes de um modo geral”, completou.
O XI Festival de Artes de Areia tem apoio do Ministério da Cultura, por meio do Programa Monumenta, desenvolvido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Dança de Minas e Paraíba
O Grupo Movasse de Minas Gerais e o Balé Popular da UFPB são as atrações de dança desta quinta-feira no XI Festival de Artes de Areia. A Companhia Mineira fará a partir das 16h00, uma intervenção urbana chamada de “Um passo a mais” - em cima dos terraços, sacadas e marquises dos casariose e praças de Areia. À noite, às 20h30, o grupo paraibano sobe ao palco do Teatro Minerva apresentando todo o universo dos alegres foliões mascarados que circulam pelas ruas das cidades nordestinas durante o carnaval, os papangus. A entrada é gratuita.
No espetáculo “Um passo a mais”, dois bailarinos dialogam com o público e com o espaço ao som da música ao vivo de um acordeon e do ruído urbano. Um dos bailarinos é o paraibano radicado há 14 anos em Belo Horizonte (MG), Carlo Arão. “Essa proposta de encenação em dança tem o objetivo de apresentar uma dança contemporânea como algo de próprio, sem determinismos e fugindo de rótulos pré-estabelecidos. Abre discussões, não fecha caminhos. Desmistificando o corpo e trazendo a dança para o mais perto e possível para as pessoas”, esclareceu Arão.
Já o Balé Popular da UFPB comandado por outro ícone da dança contemporânea paraibana, o coreógrafo Maurício Germano, toma como ponto de partida essa diversidade do personagem ‘papangu’, que está incluído em vários outros folguedos. No elenco Juliana Abath, Luciana Santos, Jocideia Barros, Jarleide Barros, Fabíola Magalhães, Katheryne Menezes, Ing Nunes e Ednaldo Barros. Na trilha sonora músicas de Siba, Cordel do Fogo Encantado e Casa de Farinha. Iluminação com Adilson Lucena; figurino, coreografia e direção geral de Mauricio Germano.
“Esses tipos carnavalescos impulsionam a nossa coreografia, dançarinos invadem a cena, com movimentos desconstruídos, releituras com arranjos entre tambores e alfaias, criando sons, posturas e caretas “, finaliza.

Peça narra histórias de família
A comédia dá o tom da cena teatral do XI Festival de Artes de Areia nesta quinta, com a apresentação do grupo ‘Recreio Dramático’(PB), a partir das 21h,  no palco do secular Teatro Minerva. A peça ‘Família é uma desgraça’  aborda questões de relacionamentos entre país e filhos de forma cômica, explanando a situação de muitos grupos familiares e buscando uma reflexão sobre o conceito de família na contemporaneidade. A entrada é franca.
A história se passa na periferia de uma cidade, onde reside uma família problemática. A diferença dessas pessoas está na forma como elas tentam solucionar seus conflitos. Dona Dora, Hillary Karla, Waldikson Welton, Tita, Finha e seu marido, buscam viver harmoniosamente, mas nem sempre conseguem devido à forma de convivência entre eles.
Na casa acontecem os mais inesperados episódios. Dona Dora, uma simples senhora, busca levar sua vida tranquilamente, porém seus netos a oportuna, fazendo com que a velha viva sempre irritada. Finha, sua filha e mãe de Waldikson Welton e Hillary Karla, tenta educar seus filhos, mas seu temperamento forte causa muitos desentendimentos nesse processo e muita confusão é gerada nessa residência.
O espetáculo que é baseado em episódios reais, acontecidos com amigos e componentes do grupo, foi indicado como melhor dramaturgia, e seu elenco recebeu o prêmio “Revelação em Interpretação” na XIV Mostra Estadual de Teatro e Dança da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (FUNESC).
O XI Festival de Artes de Areia tem apoio do Ministério da Cultura, por meio do Programa Monumenta, desenvolvido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).



Escrito por Rivaldo às 22h17
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